Novos usuários do Facebook terão que passar por curso

Novos usuários do Facebook terão que passar por curso

Facebook  informou na última segunda-feira (05), que novos parâmetros de privacidade foram instalados na rede social para os usuários de todos o mundo, entre eles,  a obrigação de todos os novos usuários assistir a um curso sobre o tema.

Tais mudanças estão ocorrendo em virtude das negociações com a Autoridade Irlandesa de Proteção de Dados Privados (DPC). No mês de setembro do ano passado a DPC já havia publicado um relatório sobre a rede social de Mark Zuckerberg, ao qual exigiu que em dezembro do mesmo ano o Facebook esclarecesse a política de privacidade que estrava sendo adotada.

O Facebook, por sua vez, tomou várias iniciativas, entre elas, a realização de um curso para o acesso à rede social, que exibirá para cada usuário, através de fichas explicativas e conselhos, como melhor determinar o modo de privacidade, como também os ajustes automáticos, a visibilidade das informações postada e também o funcionamento da publicidade e gestão de identificações.

Assim, a partir de agora, cada novo usuário precisará passar pelo curso explicativos sobre as diretrizes do Facebook. Vale lembrar que o tutorial é obrigatório.

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Ação do Facebook cai mais de 10% e tem negociação interrompida

Segundo agências, investidores não confiam que anúncios gerem lucro.
Papeis fecharam a US$ 20,79; revista aposta que chegarão a US$ 15

As ações do Facebook caíram mais de 10% durante as negociações desta segunda-feira (24) e acionaram o “circuit breaker“, a interrupção das negociações dos papéis da empresa para evitar movimentos especulativos. A desvalorização das ações da empresa de Mark Zuckeberg foi puxada por preocupações dos investidores com a possibilidade de a empresa não conseguir fazer a venda de anúncios gerar lucro.

As preocupações foram reforçadas, segundo jornais e agências, por um artigo da revista Barron’s que põe em dúvida a capacidade da empresa de gerar receita via publicidade. O texto diz que os papeis devem cair abaixo de US$ 15.

As ações da empresa fecharam em queda de 9,1% nesta segunda, a US$ 20,79. Segundo a Bloomberg, é a maior queda desde 27 de julho.

Na mínima do dia, as ações caíram mais de 10%, e acionaram um pequeno “circuit breaker”. Às 12:37, segundo o “Wall Street Journal“, a Nasdaq, que negocia as ações da empresa, alertou os investidores que as ações teriam as vendas restritas. Pelas regras da Securities and Exchange Commission (SEC), o xerife do mercado dos EUA, o mecanismo é ativado quando papeis caem mais de 10% em relação ao fechamento do dia anterior.

Revista
O artigo da Barron’s trata da queda de 40% das ações da empresa desde o lançamento e questiona se é interessante comprar os papeis, já que estão em queda. “A resposta curta é: ‘Não.'”, diz a revista.

Segundo o texto, as preocupações com a renda da empresa via anúncios, continuam e estão crescendo. Um dos problemas levantados é a rápida mudança na base de usuários do Facebook para plataformas móveis. De acordo com o artigo, mais da metade dos usuários hoje acessam o site via smartphones e tablets, “o que parece ter pego a empresa de surpresa”. “O fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg deve encontrar uma forma de rentabilizar o seu tráfego móvel porque o uso em PCs tradicionais, onde a empresa faz praticamente todo o seu dinheiro, está em declínio em seus mercados grandes e estabelecidas. Essa tendência não é susceptível a mudar.”